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  • Foto do escritorSimone Komatsu

Montanha russa


Hopi Hari aqui vou eu!

Nananina! Não sou adepta a montanhas russas de parques de diversões! Minha pessão cai, eu desmaio! HAhahha ridículo, eu sei! Mas eu desmaio mesmo! Ai, ai... ninguém merece!


"Que tipo de montanha russa tem fora do parque de diversões?? Afff, não entendi!"


Nossa vida é uma montanha russa! Dessa, não adianta querer ou não ser adepta porque a gente está nela desde quando fomos todos concebidos. Até antes, eu diria!

A gente não vive na linearidade! Se até réguas são molengas e a gente consegue fazer delas o que a gente quer, imagina a vida com altas emoções todos os dias!

Até mesmo aquela vida mais pacata, sem altas emoções, a gente vê altos e baixos!

Ah! Olha só! Nosso batimento cardíaco, quando a linha fica retinha é sinal de que a gente não tem mais vida! Então, por que que a gente tem a ilusão de que poderíamos ter menos altos e baixos enquanto vivemos?

Uma vida sem emoção alguma, sem aqueles momentos de "o que será que vem agora?", seria bem monótona, não acha?

A montanha russa da vida já me assutou bastante, a chegar num ponto que eu pensava que não ia aguentar, que o carrinho estava desgovernado e o trilho tinha um fim abrupto logo a minha frente.

Coração batendo a milhão, cérebro então! Acho que fiquei descerebrada na época! Porque não enxergava soluções e só era pura desgraceira!

Falando assim, até parece que eu estava com alguma doença bem grave prestes a bater os saltos, né? ahhah Não era doença física, era puramente emocional!

E tantas e quantas pessoas não vem passando por isso ao longo da vida? E em uma sociedade onde se condena o momento que a gente quer ficar meio que só, a pressão é muito grande! E a gente se sente como se estivesse na beirada do trilho prestes a se esborrachar de caaaaara no chão!

E quem não encontra ao que se agarrar e acreditar, a montanha russa é (aparentemente) só declínio!


Mas quando a gente "escuta os insights" e percebe que temos ajuda ao nosso redor, e a gente se permite em aceitar a ajuda e acreditar nela, tudo começa a fluir e a montanha russa começa a criar trilhos ascendentes, e a gente começa a subir.

De início aos trancos mas depois, com ritmo e FÉ, os trancos diminuem e a gente cresce, a gente amadurece e começa a enxergar as coisas legais que acontecem com a gente, sem se importar tanto assim com alguns perrenguezinhos que aparecem, porque perrenguezinhos fazem parte do amadurecimento.


Relembrando: montanha russa tem subidas e descidas e batimentos cardíacos não são lineares! Logo, porque nossa vida seria diferente?


E aí? Como está a sua montanha russa? O seu rollercoaster?


Beijoca!

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1 Comment


andre macedo
andre macedo
May 08

Bom dia querida amiga.

Outro belo texto.

Concordo que a montanha russa é indigesta no sentido literal e metafórico.

Mas uma coisa é inegável o gostar ou não de algo ou alguém vem dá comparação com oposto.

Para prefeir o doce tenho que conhecer o salgado.

Todas as fases importam.

E assim se faz a biografia de um sujeito.

Beijos

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